1º de maio unificado no Rio de Janeiro contra a terceirização e em defesa dos direitos dos trabalhadores

A tarde ensolarada do primeiro dia de maio, em frente aos Arcos da Lapa foi colorida pelas bandeiras vermelhas de várias entidades que garantiram a realização de um ato classista, internacionalista e anticapitalista.

Este slideshow necessita de JavaScript.

O Ato foi organizado pelas entidades em unidade de ação a partir da unificação da CSP-Conlutas, da CUT e da CTB. Esta unidade permitiu a presença no Comitê de Organização de entidades como: MTST, FIST, CMP, FAMERJ, FAFERJ, UNE, UEE, ANEL, ANDES, SINDIPETRO-RJ, FUP, FNP, UNIDADE CLASSISTA, SSB, MST e os partidos políticos – PT, PC do B, PSOL, PCB, PSTU, PSB e PCR.

As entidades filiadas à CSP-Conlutas compareceram com suas direções e suas bases. Trouxeram faixas e bandeiras com as reivindicações gerais e específica de cada luta. Havia faixa dos Comerciários de Nova Iguaçu, do SINDSCOPE, de cada uma as seções sindicais do ANDES/SN, do SINTURRJ, do MML, do Quilombo Raça e Classe e do MLP. Também havia a presença do SEPE, SINSAFISPRO, ASFOC, ASIBGE, ASINES, SINTRASEF, SINDSPREV-RJ.

Uma das grandes faixas da CSP-Conlutas RJ expressava a solidariedade aos profissionais de Educação do Paraná e denunciava a covarde agressão violenta do governador Beto Richa, do PSDB.

Uma das últimas intervenções das viste e seis que se sucederam foi a da CSP-Conlutas. O discurso da central iniciou lembrando que o ato do Dia Internacional do Trabalhador é a segunda atividade unificada contra o Projeto de Lei 4.330/2004, o projeto das terceirizações e as Medidas Provisórias (664 e 665) do governo de Dilma Rousseff. Deu ênfase a que estas ações do legislativo e do executivo tem como principal objetivo um ajuste fiscal que altera as relações trabalhistas e retira direitos dos trabalhadores para garantir o aumento dos ganhos de banqueiros e empresários.

Citou também as lutas dos operários das montadoras, em São Paulo e no Rio, dos operários da construção civil, do COMPERJ e dos profissionais de educação que realizam greve em 10 estados e 8 municípios. Disse que a forte repressão às greves da educação por todo o país demonstra a crise imposta pelos governantes. Estes preferem garantir superávit primário para enriquecer os investidores a garantir educação para os filhos do povo brasileiro.

Falando sobre os fatos do Paraná a central afirmou que a PM de Beto Richa atacou violentamente os educadores para retirar direitos previdenciários dos servidores.

A CSP-Conlutas terminou sua intervenção conclamando a construção da greve geral. Foi enfática na exigência que as demais centrais rompessem com o governo Dilma para de fato defender os interesses dos trabalhadores e construir esta paralisação nacional, única forma de derrota os planos dos patrões e dos governos. Lembrou que neste momento só a greve geral é capaz de barrar efetivamente os ataques aos direitos dos trabalhadores em todo o país, seja por meio das medidas provisórias (664 e 665), do PL-4330, das terceirizações ou projetos estaduais e municipais, como esse do tucano Beto Richa.

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s