Educação

A educação vai às ruas no Rio de Janeiro

protestoNo dia 05 de março, no momento em que a cidade do Rio de Janeiro completa 448 anos de sua fundação, suas ruas foram ocupadas pelos trabalhadores da Educação. As entidades do Fórum Estadual de Defesa da Escola Pública, o FEDEP (o ANDES-SN, suas ADs, SINASEF, SINDSCOPE, ADCPII, SEPE-RJ, SINDPEFAETEC), a maioria filiadas à CSP-Conlutas, mobilizaram cerca de cinco mil trabalhadores em uma passeata de quase um quilometro de extensão, da Praça da Candelária até a Praça Cinelândia.

Marcha

A Marcha em Defesa da Educação Pública denunciou o profundo processo de privatização levado a cabo pelos governos federal, estadual, municipais no Rio de Janeiro e no país. Também denunciou o desmonte e privatização da saúde e dos hospitais universitários. Este processo de privatização destes serviços essenciais trata-se de um brutal ataque aos trabalhadores e o povo brasileiro. Também acaba por deteriorar as condições de trabalho, aprofunda o arrocho salarial e o desmonte das carreiras dos servidores.

O desmonte

Tanto Dilma como Sérgio Cabral e também os prefeitos reduzem os investimentos na educação e saúde para aumentar o superávit primário e pagar às dívidas públicas. Além disso, uma parte importante dos recursos que deveriam ser investidos é desviada de forma “legal” ou pela corrupção.

ato05032013A política dos governos privilegia o crescimento da educação e saúde privadas, em que estes direitos são transformados em mercadorias. Esta política combina o desmonte do serviço público, a privatização das verbas e incentivos à iniciativa privada nestes setores. Tudo para favorecer aos empresários, multinacionais e bancos. Para a população resta uma escola pública (ensino infantil, básico, técnico e superior) completamente sucateada. O mesmo ocorre com os hospitais e postos de atendimento médico.

A resistência

A Marcha faz parte das campanhas salariais das entidades que compõe o Fórum, serviu para convocar as atividades do dia 08 de março, dia internacional de lutas contra o machismo e a violência à mulher e fortalece a luta contra a redução de direitos preparando o Ato em Brasília no dia 24 de abril.

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