O 1º de maio é o Dia Internacional do Trabalhador

Em todo o mundo este dia será um grito de guerra por melhores condições de trabalho, salário e vida para o conjunto da classe operária, dos camponeses e o povo. Neste dia vamos convocar a unidade dos trabalhadores para derrubar os planos neoliberais de Marcelo Crivella, Luiz Pezão e Michel Temer.
A greve geral de 28 de abril envolveu cerca de 6,65 milhões de trabalhadores que cruzaram os braços em todo o Estado do Rio de Janeiro. Foram dezenas de assembleias feitas por mais de quarenta entidades que decretaram greve neste dia. Algumas por tempo indeterminado. Houve uma paralisação da produção, mesmo que parcial. Os operários, os trabalhadores, os camponeses e o povo formaram comitês que realizaram piquetes nas portas dos locais de trabalho, nas rodovias, pontes e estradas. Foi a maior greve geral dos últimos trinta anos. Foi a melhor forma de reviver as lutas da primeira greve geral do país, a revolução política e social que ocorreu também em 1917 e que libertou um terço da humanidade da exploração e opressão do modo de produção capitalista.
Os governos do PMDB de Temer e Pezão responderam nossas mobilizações com repressão violenta. Há dezenas de companheiros feridos em todo o estado como resultado da violência policial contra nossas manifestações, mas essa atitude dos patrões e seus governos nos dão mais força para lutar e derrotar todas as injustiças, a opressão e a exploração.
Toda nossa disposição de luta deve se expressar em atividades do Dia 1º de maio que seja internacionalista, que reafirme a independência de classe diante dos patrões e a democracia dos ricos. Vamos exigir das direções sindicais a unificação das lutas rumo à construção de novas greves gerais que apontem o caminho do futuro. Vamos chamar a população explorada e oprimida do Estado do Rio de Janeiro e do país a derrotar as ditaduras capitalistas dos prefeitos, governadores e de Temer.
Vamos construir organismos democráticos dos trabalhadores, novas direções para as lutas, desde as bases. Vamos unificar as novas direções que surgem nas lutas que se dão em comitês e coordenadorias de lutas. Vamos realizar um primeiro de maio de luta.
Contra as reformas da previdência e trabalhista! Contra a terceirização! Em repúdio à repressão policial dos patrões e seus governos! Nenhum direito a menos! Todas e todos às ruas!
Concentração às 11 horas, na Praça Floriano, Cinelândia, Centro, Rio, RJ.

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