Em todo país, milhares de trabalhadores protestam contra terceirização e ajuste fiscal de Dilma

Com paralisações e protestos, trabalhadores mostram que não vão aceitar pagar pela crise criada pelos patrões e governos

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De norte a sul do país, milhares de trabalhadores cruzaram os braços e protestaram no Dia Nacional de Paralisação, realizado pela CSP-Conlutas e outras centrais sindicais nesta sexta-feira, dia 29.
Com paralisações, greves, passeatas e bloqueios de ruas e estradas, os trabalhadores mostraram que desaprovam os recentes ataques aos direitos trabalhistas realizados pela presidente Dilma Rousseff, pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e pelos parlamentares do Congresso Nacional.
Houve protestos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Alagoas, Pernambuco, Pará, Amazonas e Tocantins.

Sudeste/Sul
No Rio de Janeiro, os petroleiros realizaram protestos em Macaé e paralisaram as atividades em Duque de Caxias e Ilha do Governador. Em São Gonçalo, trabalhadores de diversas categorias realizaram um ato no centro da cidade.
Na capital paulista, trabalhadores de diversas categorias realizaram uma manifestação na Av. Nações Unidas, logo nas primeiras horas do dia. Na região oeste da cidade, um protesto realizado por estudantes e trabalhadores da USP foi violentamente reprimido pela Polícia Militar. Uma estudante foi agredida a socos por um PM, e um fotógrafo do jornal Folha de São Paulo foi atingido por balas de borracha.
No ABC Paulista, metalúrgicos, petroleiros e condutores paralisaram suas atividades total ou parcialmente em sete cidades (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra).
Em Santos, trabalhadores da Petrobras bloquearam a rodovia que liga o porto ao polo industrial Cubatão. No litoral norte paulista, em Caraguatatuba e São Sebastião, os trabalhadores diretos e terceirizados da Petrobras também participaram da mobilização como atraso na entrada do turno e corte na rendição. Também houve paralisação nas refinarias de Paulínia e Capuava.
Em Belo Horizonte, a CSP-Conlutas participou da paralisação de rodoviários, com fechamento de estações de ônibus.
Em Porto Alegre, os metroviários também cruzaram os braços por 24 horas contra a terceirização e o ajuste fiscal.

Norte/Nordeste
Na região nordeste, os petroleiros tiveram forte participação nos protestos, com paralisação em Suape (PE) e Carmópolis (SE).
Em Fortaleza (CE), um ato com operários da construção civil e rodoviários reuniu mais de 10 mil pelas principais avenidas da capital. Em Maceió (AL), os trabalhadores da Braskem aprovaram greve de 24h.
No estado da Bahia, a CSP-Conlutas participou do bloqueio de estrada em Camaçari, onde também foi realizada agitação e panfletagem nas fábricas da cidade. Também houve bloqueio de estradas em Feira de Santa e Cruz das Almas.
Centenas de operários da construção civil de Belém (PA) pararam canteiros de obras e realizaram protestos nos principais bairros da cidade.
Além da CSP-Conlutas, também participaram dos atos a CUT, UGT, CTB, NCST e Intersindical.

Com informações e texto do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos

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