Plenária de Luta faz moção de solidariedade aos presos e perseguidos da Argentina

As jornadas de dezembro contra a reforma da previdência, na Argentina, mostraram a enorme disposição de luta dos trabalhadores para enfrentar os planos do governo Maurício Macri.

Diante dessa disposição de luta, Macri, para frear os trabalhadores e garantir a aprovação da reforma trabalhista, desatou uma caçada repressiva. Sebastián Romero, militante do PSTU, da Argentina, foi demonizado em todos os meios de comunicação. Para isso a mídia utilizou uma imagem em que Romero utiliza um artefato de fogo de artifício, cuja a venda é livre, para se defender, em meio a uma brutal repressão policial. Hoje a Justiça quer prendê-lo.

Dois militantes do Partido Obrero, Cesar Arakaki e Dimas Ponce, estão presos em uma prisão comum, assim como cinco detidos na jornada do dia 14 de dezembro (alguns dos quais sequer estiveram presentes na mobilização). Enfrentar essa caçada é hoje uma necessidade de primeira ordem para todos os trabalhadores de todos os países.
Com esta política repressiva, Macri tenta frear a resistência dos trabalhadores, que já demonstraram que não estão dispostos a deixar que seus direitos sejam arrancados assim. Por isso, a luta pela liberdade e contra a perseguição dos lutadores é parte da luta geral para derrotar o plano de fome do governo argentino.

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